A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (6) a Operação Melhor Idade, que investiga um esquema de fraudes em benefícios assistenciais. Um dos suspeitos, um idoso, emprestou seus dados para a criação de mais de 30 documentos falsos, resultando em um prejuízo de R$ 23 milhões aos cofres públicos.
O grupo criminoso usava impressões digitais e fotos de idosos para gerar identidades falsas e acessar benefícios indevidamente. Com esses dados, conseguiam abrir contas bancárias e realizar empréstimos consignados.
Além do idoso que cedeu seus dados, outros 20 idosos, conhecidos como “idosos de aluguel”, também estão sob investigação. A quadrilha teria criado cerca de 285 CPFs e Títulos Eleitorais, além de obter 259 Benefícios de Prestação Continuada ao Idoso.